Ilusão em massa na mídia esportiva

Desde criança, as pessoas estudam Educação Física em seus colégios visando seus benefícios para a saúde, mas este é um objetivo diferente do que se é proposto nos esportes divulgados na mídia. Com fins capitalistas, a mídia passou a integrar o esporte como uma forma de entretenimento, e, a partir daí, criando mais uma maneira de fazer lucro, criando o “Esporte Espetáculo.” Com isso, o texto reflete sobre a ilusão que foi criada no mundo dos esportes, como talvez as pessoas não estejam apenas assistindo a uma simples competição, mas sim alimentando ganancias.

O que antes era algo para ser admirado das arquibancadas, tomou proporções internacionais. Antes um torcedor deveria ir até os estádios, ou às quadras para torcer. Algo que apenas os mais fanáticos faziam (e ainda fazem)

“O que vale é competir” já não tem mais nenhum efeito nos dias de hoje quando se trata dos esportes. Naturalmente, devido a toda atenção, a publicidade acabou entrando nesse mundo. Os grandes clubes, grandes atletas são patrocinados pelas maiores empresas. Eles recebem dinheiro para se modernizarem, aprimorarem seus métodos e ganhar as competições a qualquer custo. Tomando como exemplo o futebol, há times sempre em ascensão, conquistando torcedores à medida que vão conquistando suas vitórias, aumentando a atenção que recebem, dando lucro a seus patrocinadores. Um torcedor poderia facilmente tomar preferência pela marca de sapatos que está estampada na camisa de seu time.

O grande problema na relação entre a mídia e os esportes é que a população foi condicionada a apenas assistir, naturalmente levada a pensar neles como um grande espetáculo, quando ela poderia participar, apenas por diversão, e não como uma maneira fácil de ganhar dinheiro. Caso contrário, se os verdadeiros amantes dos esportes estivessem em quadras de futebol, basquete, vôlei, etc, quem estaria em casa assistindo aos jogos, ou telejornais esportivos, venerando os atletas, cobiçando as marcas que eles divulgam?

A mídia fez com que as pessoas passassem a ver nos esportes uma esperança para mudar de vida. Assim, foram ficando cada vez mais fascinadas por eles. O autor usa o exemplo do futebol, um esporte historicamente popular no Brasil, praticado por todas as classes sociais, onde a mídia destaca os atletas de origem simples, que conseguiram sucesso. Um verdadeiro conto de fadas, como ele mesmo define. A população o admira por isso, criando a ilusão de que aquilo pode acontecer com ele, quando é apenas uma oportunidade rara. Quantas das pessoas que jogam esportes por aí têm a oportunidade de treinar dentro de um clube? Quantos desses atletas conseguirão entrar para o time profissional? Quantos deles se destacarão? São muitos fatores que diminuem as chances, mas mesmo assim, a ilusão criada pela mídia faz as pessoas acreditarem que esta é a grande saída de seus problemas.

A questão é que os esportes tomaram uma proporção impossível de ter sido prevista, entre um artefato e outro, o resultado foi o mesmo, a atenção que as pessoas passaram a dar aos esportes não foi natural, não foi de uma hora para outra, mas no fim de tudo, entrou na cultura.

Todo o esforço das mídias para integrarem os esportes no capitalismo teve como finalidade o aprimoramento da cultura Brasileira, mesmo que não intencional. A admiração de uma pessoa por um time de qualquer modalidade esportiva ou um atleta específico, pode ser ainda mais devota que a de um religioso por sua religião. O brasileiro cresce e nasce nesse meio, e, dependendo de sua criação, venerar um determinado time é quase mandatório. A mídia continua a tirar proveito do que aos poucos foi se formando na mentalidade da população. Se o mundo inteiro para para assistir uma final de Copa do Mundo, ou, sendo menos abrangente, o estado inteiro para para assistir a um jogo de Clássico estadual, naturalmente, a mídia, as empresas vão tirar proveito de toda essa atenção.

Zumbilândia (2010)

Fui assistir ao filme não muito certa do que encontraria exatamente. Li um monte de críticas positivas, então senti que seria um bom sinal, mas ao pesquisar as informações técnicas de Zumbilândia (Título original: Zoombieland), vi que se tratava de comédia e terror. Algo completamente inusitado, até um pouco perigoso, achei que um gênero anularia o outro.

A ação do filme se concentra em seu início e seu fim. O andar da história mostra um grupo de sobreviventes de uma epidemia que passam por cima de problemas de confiança para se apoiar durante a crise. A temática “zumbi” é muito usada nos filmes de terror, variando nos aspectos de aparência e hábitos, mas em Zumbilândia a forma diferente da história ser contada tornou o filme prazeroso e divertido, mesmo com o final previsível.

O elenco começa pelo ator Jesse Eisenberg, que interpreta o nerd, que a vida toda almejou por uma família bem estruturada, e perdeu as esperanças quando a epidemia dos zumbis apareceu. Ele criou umas regras de sobrevivência, que vão aparecendo na tela, com uns efeitos gráficos de ótima qualidade. Os demais personagens que vão aparecendo, assim como o de Jesse, não deixam a desejar, são muito bem trabalhados, principalmente na questão psicológica, fazendo com que a pessoa que está assistindo o filme possa se identificar com eles.

Não é o que pode se chamar de inovador, mas também não se deve deixar passar que é um filme inteligente, com um roteiro bem feito, e boa escolha de elenco. Não é uma história feita para reflexão, ela foi criada para puro divertimento do público, e é para as pessoas que procuram passar o tempo, sem muitas expectativas, é uma ótima indicação.

Os Vagabundos Iluminados, de Jack Kerouac

O autor Jack Kerouac fez parte do movimento Beatnik, um fenômeno de “contracultura” que cultivava a vida não materialista, que se passou pelos anos 50 e 60. O livro de Jack retrata essa realidade ao nos apresentar o personagem Ray Smith, aspirante a escritor, que possui seus ideais no lugar, é apresentado ao zen-budismo, quando conhece Japhy Rider.

Os Vagabundos Iluminados possui uma narrativa lenta, com mais reflexões do que o desenvolver dos personagens, com suas ações e interações, dando mais preferência ao estado espiritual do que ao físico. O autor mostrou que a cultura de seus personagens é focada na natureza, sempre destacando a importância da naturalidade ao seu redor, se desapegando do materialismo, buscando apenas as coisas prazerosas.

Além de apresentar um universo diferente, cada personagem criado por Kerouac parecia expressar suas próprias concepções da vida, mostrando diferentes formas de aproveitar o estilo de viver dos zen-budistas, enquanto alguns buscavam extrair o lado intelectual, outros davam mais importância aos prazeres. E tudo isso era tratado com grande inteligência, apresentando escritores, poetas e diferentes culturas até aos mais leigos. Os personagens mantinham-se fieis às suas crenças, sem haver contradições, que é um erro comum entre livros com tantos ideais.

O autor tem uma escrita muito apegada aos detalhes, sempre parando para refletir sobre tudo à volta, como natureza, animais, poesias e até a vida. Isso contribuiu para gerar uma leitura cansativa, com parágrafos muito grandes, caracterizando o livro como uma leitura de poucos diálogos. O desenvolver de Os Vagabundos Iluminados é passado muito mais dentro da cabeça de seus personagens do que de suas interações, embora o personagem Ray esteja sempre explorando a cultura zen-budista que lhe foi recém-apresentada.

O estilo de se fresnético vestir

Ir para um show da banda porto alegrense Fresno é praticamente um desfile de moda que aborda os extremos. Em cada direção que se olhe, há uma pessoa de short e havaianas, uma garota de salto alto e saia, ou um garoto de camisa xadrez e calça jeans. É de se admirar que uma banda tão estereotipada como Fresno, que estourou no auge do movimento Emocore, em 2004, possa trazer a seus show um público tão amplo em questão de moda.

O grande destaque está no uso do xadrez, em sua maioria nas camisas sociais, seja em homens ou mulheres. Quando os especialistas dizem que esse tipo de moda irá morrer junto com o inverno, os fãs de Fresno defendem com o seu modo de vestir que a camisa xadrez não vai embora nem tão cedo. Enquanto isso, as garotas mostram outra moda de inverno que parece ser bem comum entre elas que é a meia-calça, usada de formas diversificadas, com shorts ou vestidos, tênis, bota ou salto alto. O que pode se dizer é que o fã de Fresno tem imaginação quando se trata das suas roupas, fazendo as mais inusitadas variações de combinações de peças de roupas que separadas não chamariam atenção. Já os garotos pareciam ter uma preferência pelas tocas no cabelo, mesmo que aquela noite de inverno de Recife não estivesse tão fria, eles adotaram o acessório pela estética e não pela necessidade do uso.

Entre os Fresnéticos (como os fãs são chamados), o normal é diferente. Não é verdade se afirmarem que em um show da banda só há pessoas distintas, apenas de ser incomum, vi muitas garotas com o típico salto alto e vestido básico, homens com uma camisa polo e calça jeans, esses sim chamaram a atenção por serem tão diferentes do público alvo.

Ao mesmo tempo em que existiam pessoas tão preocupadas com seu visual e seu estilo, tinham aquelas que já não tinham seu modo de vestir como prioridade, apesar desse grupo ser ainda mais restrito que aqueles de vestido e camisa polo. A moda praia era a preferência dessas pessoas. Bermudas para os homens, shorts jeans e curtos, com sandálias para as mulheres.

Na hora do show não havia divisões, os grupos se misturavam de uma forma que não dava para distinguir nada além da energia que emanava da plateia.

Fahrenheit 9/11

Fahrenheit 9/11 é um documentário dirigido pelo cineasta estadunidense Michael Moore, que busca enfatizar as causas e conseqüências dos atentados terroristas no dia onze de setembro de dois mil e onze.

A característica mais marcante do documentário é o parcialismo, sendo criticado por pessoas que possuam visões diferentes às expostas nele. O diretor não hesitou em apontar todos os defeitos do, até então, presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, e ainda não fez questão de suavizar seu ponto de vista. Destacou ainda o amor que o cidadão estadunidense tem por sua pátria e a confiança cega em seu presidente, como destacou usando uma entrevista com a cantora pop Britney Spears, e mostrando famílias que dedicam suas vidas para servir seu país.

O filme Fahrenheit 9/11 trás imagens que foram ocultadas pela mídia e documentos manipulados. É como olhar para outra face do atentado às Torres Gêmeas, e outra face do presidente que, até antes de assistir o filme, eu apenas acreditava ser negligente com os interesses de seu país. Mas o que acabei descobrindo foi algo muito além disso, como a manipulação do das pessoas do próprio país para defender interesses na maioria das vezes pessoais. Ao passo que seus seguidores apenas fecharam os olhos e seguiram as ordens de seu presidente, como os soldados no Iraque, que não demonstravam a mínima piedade ao matar meros civis no país invadido. Em certo momento, Michael Moore chegou até a filmar crianças mortas para enfatizar seu ponto de vista.

Para assistir ao filme de Michael Moore é estritamente necessário que se tenha uma opinião formada para que não seja manipulado por seus ideais que, embora não sejam infundados, são mostrados de uma forma que o diretor encontrou para fazer aqueles que não tenham suas certezas encontrarem a verdade em si de forma forçada, ou seja, concordar contra sua vontade

Enderson Rafael, o autor com jeito brasileiro.

Enderson Rafael é um brasileiro que lançou seu primeiro romance em 2010, chamado “Todas as Estrelas do Céu.” O livro hoje é um grande sucesso na internet, principalmente na comunidade blogueira, que levantou campanhas de publicação e divulgação do seu livro carinhosamente apelidado de “Todas.” O manuscrito recebeu várias respostas negativas de editoras para chegar onde chegou, o autor se cansou de não obter nenhum êxito e resolveu que não iria cruzar os braços. Trabalhando, também, como comissário de bordo, Enderson imprimiu e encadernou várias cópias de seus livros para distribuição gratuita e independente. Com isso, rapidamente o “Todas” estava espalhado pelo Brasil, e quando o livro ganhou sua primeira resenha em um blog literário, em dezembro de 2009, o interesse pelo trabalho de Enderson se tornou quase unânime no meio dos internautas, sendo denominado o Nicholas Sparks brasileiro.

A Editora Novas Ideias foi a escolhida entre as que se interessaram pelo livro, e só então o esforço de 10 anos pareceu fácil. Enderson fala que seu relacionamento com a Novas Letras é muito bom, mas explica que nem sempre é assim, pois, para uma pessoa publicar sem livro em uma editora tradicional, ela deve pagar para que garanta os lucros da empresa, e uma vez que os lucros são certos, ela mesma deve se esforçar para que divulgar o livro e garantir seu próprio dinheiro. Ele ainda fala que é difícil um autor brasileiro viver apenas de seus livros, por isso trabalha como comissário, e também viaja pelo Brasil com seu grupo de autores, chamado Novas Letras, onde dão palestras para jovens escritores que querem seguir a carreira, eles estiveram aqui em Pernambuco na última Bienal do Livro.

O “Todas”, por outro lado, não recebeu toda essa atenção apenas por causa de seu grande grupo de apoio para divulgação. O livro aborta um tema polêmico e delicado que é o amor entre dois irmãos adotivos, que foram criados juntos, e sofrem discriminação ao tentar expor seu relacionamento, uma espécie de Romeu e Julieta do século XXI. O personagem principal, Leonardo, trás características pessoais do seu criador, como o fato de que ambos foram adotados, porém, diferente do Leonardo, Enderson mantém contato com as duas mães. Os dois são catarinenses que se mudaram para o Rio de Janeiro e outros traços nas personalidades dos dois também se mostram bem semelhantes no decorrer do livro.

Enderson Rafael é um autor que surpreendeu bastante, nos faz viajar entre cidades do Rio de Janeiro, como Teresópolis e Petrópolis, outras catarinenses apenas com sua descrição tão apaixonada que me deixaram com a impressão de que eram paraísos perdidos dentro do Brasil. Ele, além do mais, se mostra tão fiel a os diversos modos de falar do povo brasileiro, respeitando culturas e até sotaques, com um gosto bem brasileiro. Seu próximo livro, Três Céus, expandirá os horizontes para fora do Brasil, com os três personagens principais dentro de um avião, o autor prometeu muito drama e amor, e um livro ainda melhor que seu primeiro. O lançamento de Três Céus está previsto para o primeiro semestre de 2012.

Um app de músicas que não necessita de acesso à internet

Fonte: LVBA Comunicação
Já imaginou que poderia existir um aplicativo para celular que contém um vasto catálogo musical e não exige acesso à internet? Depois de 8 meses de grande sucesso na Europa – onde foram realizados milhões de dowloads, biit chegou ao Brasil. A proposta é simples e surpreendedora. Os usuários podem ouvir músicas em seus celulares, estando ou não conectados à internet, numa lista que vai de acordo com o seu perfil.

Seu lançamento foi na Campus Party do Recife, que aconteceu entre os dias 26 e 30 de julho, quando o fundador e CEO da empresa, Carlos Otto, deu sua palestra e apresentou o biit e seus diferenciais, na App Date #7. Segundo o CEO, ele escolheu o evento para lançar o aplicativo no país devido a sua importância no cenário nacional, além de ter tido a oportunidade de discutir com desenvolvedores, designers, investidores, imprensa e consumidores os rumos e o fomento do mercado brasileiro de aplicativos. Carlos não poderia ter escolhido um evento melhor, por a edição da Campus Party na capital pernambucana foi considerada, para seus organizadores, a melhor já realizada.

Para os curiosos de plantão, Carlos Otto revelou o segredo do sucesso de seu aplicativo. Segundo ele, o diferencial vem de que os usuários do biit não necessitam de fazer uma playlist, pois o aplicativo conta com um algoritmo de recomendação musical que cria e atualiza uma lista que vai de acordo com a preferência e a avaliação das pessoas. “São mais de 30 mil artistas internacionais e 40 mil novas músicas ao mês, com hits atuais e clássicos de todos os tempos, com diferentes canais temáticos, incluindo as novas tendências”, explica o CEO.

Teasers e novidades da segunda temporada de American Horror Story

As especulações chegaram ao fim, e a segunda temporada do sucesso American Horror Story já está sendo filmada, visando seu início em outubro! Localização, período de tempo, sinopse, teasers, atores da primeira temporada que estão voltando, atores novos, tudo já foi divulgado, agora, os fãs da série que teve 17 indicações ao Emmy 2012 (cuja cerimônia acontecerá no dia 23 de setembro), só resta esperar pelo primeiro episódio!

Intitulada de Asylum, a segunda temporada de American Horror Story vai acontecer na década de 60 – precisamente, 1964 –, em um sanatório localizado na Nova Inglaterra, e não terá absolutamente nenhuma relação com a história da primeira temporada, a não ser a permanência de parte dos atores, interpretando personagens diferentes. A ideia de Ryan Murphy (criador de AHS) é criar uma série que conte uma história de terror a cada temporada.


Cineasta cria Graphic Novel de Pinóquio para adultos

Fonte: Imprensa Globo Livros
Na Bienal Internacional do Livro de São Paulo, o clássico de Carlo Collodi ganhou uma inovadora versão! O quadrinista e cineasta francês Winshluss – o mestre do humor macabro –, pseudônimo do artista francês Vincent Paronnaud, misturou técnicas de grafite, caricatura e tira de jornal para criar a versão de quadrinhos do livro, adaptado para ser uma história para adultos.

Na versão publicada no Brasil pela editora Globo Livros Graphics, Pinóquio, ao invés de ser um menino de madeira buscando ser um menino de carne e osso, temos um robô criado por Gepeto para uso militar. A inocência do personagem original criado por Carlo Collodi dá lugar a um protagonista sombrio. Pinóquio é uma máquina de guerra que, em suas andanças por locais sórdidos, entra em contato com a violência, a ganância, a corrupção e a crueldade enquanto conhece a fauna humana – do industrial que explora a mão de obra infantil (e para quem Pinóquio trabalha) a implacáveis caçadores de recompensas, além de uma Branca de Neve pós-moderna e sete anões sadomasoquistas.

A trama é contada quase exclusivamente por meio de imagens. Só há texto nas reflexões do personagem Jiminy Barata, correspondente ao Grilo Falante original. Em sua talentosa criação, Winshluss – pseudônimo de Vincent Paronnaud – alia desenhos com alto grau de detalhamento a uma estética que mescla técnicas do grafite, da caricatura e da tira de jornal.

A Graphic Novel que foi premiada no Festival d'Angoulême de 2009 já está presente nas livrarias brasileiras e custa em torno de R$75, com 192 páginas recheadas de imagens.

Um livro muda uma vida e alimenta sonhos

Um livro muda uma vida e alimenta sonhos. Esse é o lema do movimento Book no Face, que tem incentivo do Governo Federal e do Ministério da Cultura. O objetivo é despertar o prazer da leitura nos jovens ao indicar um livro. A proposta é trocar a foto do seu perfil do Facebook pela capa de seu livro preferido. É um gesto simples, mas capaz de criar um grande movimento de incentivo à leitura. Além disso, está disponível para download uma capa do projeto para que os leitores adicionem aos seus perfis.


“A revelação do súcubo” encerra a série de Georgina Kincaid

Fonte: Lu Fernandes Comunicação e Imprensa
Parece que foi ontem que fui a um evento literário e lá lançaram o primeiro livro da série que reúne vampiros, duendes, súcubos, demônios e arquidemônios. Apesar da capa pouco atrativa, fiquei super curiosa pelo enredo. Como uma fã fiel dos livros de Cassandra Clare, qualquer livro que reúna vários tipos de criaturas mitológicas faz meus olhos brilharem. A Revelação do Súcubo (Editora Planeta/Selo Essência, 368 p, R$ 29,90), sexto e último livro, trás a despedida para seus fãs.

Georgina é um súcubo, ou seja, uma criatura capaz de mudar de aspecto e dotada do poder de seduzir o homem que desejar. Tornou-se imortal há muito tempo, ao vender sua alma depois de cometer um erro gravíssimo. Desde então, ela está a serviço do inferno, devendo corromper e perverter todos os mortais que puder por meio do sexo, o seu alimento.

Mas nossa anti-heroína não concorda muito com isso, então procura perverter principalmente as almas que acredita não serem muito bondosas. Ela precisa da energia vital de seus amantes para sobreviver, mas gostaria mesmo era de poder viver em paz com o mortal que ama, Seth Mortensen, sem danar a sua alma.

Georgina teve toda uma eternidade para entender o sexo oposto, mas às vezes os homens ainda a surpreendem. O caso de Seth é um excelente exemplo. Este homem arriscou sua alma para se tornar seu namorado. Tendo ninguém menos que Lúcifer como patrão, ela não pode simplesmente suprimir sua natureza assassina e virar uma esposa satisfeita e feliz com uma vida doméstica saudável. Na verdade, Georgina está sendo forçada a se mudar para Las Vegas.

A Cidade do Pecado é o sonho de consumo para um súcubo, mas as companheiras de Georgina suspeitam que algo não cheira muito bem nessa história. Por que será que os poderosos do inferno estão tão ansiosos para levá-la para longe de Seattle – e de Seth? Georgina é uma das posses mais valiosas do inferno, mas, se houver uma maneira de se livrar do mundo dos súcubos, ela se arriscará em busca de sua liberdade. Mesmo que para isso deixe um rastro de mortes em seu caminho.

Sobre a autora –
Richelle Mead escreve para jovens e adultos, sempre acompanhada de generosas xícaras de café. Atualmente ela mora em Seattle, nos Estados Unidos, com o marido e quatro gatos. No Brasil, Mead é conhecida pela série juvenil Academia de vampiros e também por integrar a coletânea Imortal – Histórias de amor eterno, lançadas pela Planeta. A revelação do súcubo é o sexto e último livro da série da qual também fazem parte A canção do súcubo, O poder do súcubo, O sonho do súcubo, O calor do súcubo e A sombra do súcubo. Sua obra já foi publicada no Reino Unido, Alemanha, França, Espanha e Rússia, além dos Estados Unidos e do Brasil.

Livro Inédito de Philip K. Dick que inspirou O Vingador do Futuro

Fonte: Editora Aleph
Grandes clássicos da literatura de ficção científica ganhou fãs através das telonas, como H. G. Wells com Guerra dos Mundos, Antony Burgess com Laranja Mecânica, Isaac Asimov com Eu, Robô e Arthur C. Clarke com 2001: A Odisseia no Espaço (esta obra em particular, foi escrita simultaneamente ao roteiro de cinema). Agora, a Editora Aleph está trazendo ao Brasil uma coletânea de contos do autor Philip K. Dick que se tornaram sucesso no cinema, entre eles, O Vingador do Futuro.

Ainda que Philip seja um dos autores mais adaptados ao cinema, não é muito conhecido – ou reconhecido – entre os brasileiros! Quem nunca ouvir falar em Blade Runner – O Caçador de Androides, filme dirigido por Ridley Scott em 1982 e inspirado no livro Do Androids Dream of Electric Sheep?, escrito por Dick em 1968? E ainda os sucessos de bilheteria inspirados em seus contos, como O Vingador do Futuro (1990 e 2012) e Minority Report – A Nova Lei (2002)?

É justamente para fazer justiça a um dos principais escritores do século 20 que a Editora Aleph traz aos leitores brasileiros Realidades Adaptadas, coletânea de contos – publicada exclusivamente no Brasil – com os sete textos originais que inspiraram os roteiros de filmes mundialmente conhecidos, alguns dos quais se tornaram sucessos de bilheteria. O livro custa em torno de R$48, e tem 304 páginas.

O livro que foi lançado no último dia 17, conta com os contos “Lembramos Para Você A Preço de Atacado”, “Segunda Variedade”, “Impostor”, “O Relatório Minoritário”, “O Pagamento”, “O Homem Dourado”, “Equipe de Ajuste.” Além disso, a Editora Aleph tem outro livro de Dick com lançamento previsto para outubro desse ano, “Fluam, Minhas Lágrimas, Disse o Policial”. Um dos próximos lançamentos dos Estúdios Disney é a animação O Rei dos Elfos, que foi escrito por Philip em 1953, e além desse, dois outros livros do autor (O Homem do Castelo Alto e Ubik) estão com os direitos de adaptação comprados, mas sem previsão de lançamento.

Casal decora quarto do filho se baseando na série Lost

Olha que bacana! Um casal decorou todo o quarto do seu bebê (que ainda está por vir) inspirado na série de TV Lost! E ainda gravaram um vídeo do processo. Assistam!


Adaptação de Destino ganha um diretor

Fonte: The Mary Sue
Parece que agora vai mesmo! Destino, da autora Ally Condie, livro lançado no Brasil pela Editora Suma de Letras (2010), fala de uma sociedade distópica onde tudo e regulado pelo governo, ele decide o dia que você morre, com quem você vai casar, com quem você vai se relacionar. David Slade, de Eclipse, 30 Dias de Escuridão e Menina Má.com, foi o escolhido pela Disney para ser o diretor da adaptação do primeiro livro da trilogia! O roteiro ficará por conta de Kieran e Michelle Mulroney, de Sherlock Holmes 2.

A história da trilogia fala de uma sociedade autoritária que, quando a pessoa chega aos 17 anos, ela a designa um par prefeito, com quem vai casar e supostamente ser feliz pelo resto da vida. Como protagonista, temos Cassia Reyes, que tem absoluta confiança nas decisões de seu governo, acha que ter o destino definido pelo sistema é um preço pequeno a se pagar por uma vida tranquila e saudável, um emprego seguro e a certeza da escolha do companheiro perfeito para se formar uma família. No dia do "Banquete do Par", o jantar oficial que define o nome do futuro companheiro, acontece o que Cassia mais queria, ela foi pareada com seu melhor amigo Xander. Mas quando tudo parece bom demais para ser verdade, a tela se apaga e, quando reacende, revela um rosto estranho. O de Ky. Agora ela deve escolher entre entre a segurança e o risco, entre a perfeição e a paixão, entre Xander e Ky.

A série de livros tem dois volumes publicados no nosso país, pela Editora Suma de Letras, Destino e Travessia. O terceiro livro ainda será lançado nos Estados Unidos, com previsão para 13 de novembro, e chama-se Reached.

Asylum: Pôsteres da 2ª temporada de American Horror Story

Além de todas as promos que estão sendo divulgadas pelas redes sociais, a FX também divulgou pôsteres promocionais da nova temporada intitulada de Asylum.

Saiba mais sobre a nova temporada:


Veja também as promos super bem produzidas que estão sendo divulgadas por aí. Ao todo, já são 14, e a série só vai ao ar no dia 17 de outubro!

Quatro divas do infanto-juvenil juntas em um só livro

Um projeto bem interessante vem sendo anunciado nas redes sociais pelas autoras e a editora. Quatro grandes escritoras - Meg Cabot, Lauren Kate, Paula Pimenta e Patrícia Barboza - se juntam para escrever um livro de contos, onde cada uma delas reescreve a história de uma princesa dos contos de fadas à sua maneira.

Meg Cabot ficou com A Bela e a Fera, Lauren Kate com A Bela Adormecida, Paula Pimenta com Cinderela e Patrícia Barboza com Rapunzel! Todas essas autoras são publicadas no Brasil pelo Grupo Record, exceto Paula Pimenta, que publica suas obras pela Editora Autêntica. Pimenta já prometeu que vai escrever uma Cinderela moderna, bem diferente do que vimos nos contos clássicos, mas cada uma delas vai descrever sua princesa da maneira que achar mais interessante.

A previsão para o lançamento do livro, que sai pelo Grupo Record, é de maio de 2013.

Sai o trailer de Dezesseis Luas

Fonte: Coming Soon
Sai o primeiro trailer e pôster da adaptação de Dezesseis Luas para o cinema! A série de seis livros escritos por Kami Garcia e Margaret Stohl que vai chegar às telonas em 13 de fevereiro do ano que vem, já começou a divulgar as novidades. Beautiful Creatures, como é chamado nos Estados Unidos, conta de história de Ethan (Alder Ehrenreich) e Lena (Alice Englert), que são amantes de outras vidas, despertam um grande poder que envolve mistérios de suas famílias, suas histórias e sua cidade!

Jeremy Irons, Emma Thompson, Viola Davis e Emmy Rossum também estão no elenco.




Assista o segundo trailer de O Hobbit

Divulgado o segundo trailer de O Hobbit! O lançamento da adaptação do livro de J. R. R. Tolkien chega às telonas em 14 de dezembro deste ano, e divulgou ontem o seu segundo trailer.

O Hobbit - Uma Jornada Inesperada será o primeiro de uma trilogia cinematográfica e é uma adaptação de várias obras do autor J. R. R. Tolkien que contam as fábulas da Terra Média, tomando como tema central o livro de mesmo nome, cujos acontecimentos precedem os do livro A Sociedade do Anel, o primeiro de trilogia Senhor dos Anéis. Peter Jackson, diretor, na ocasião em que anunciou a divisão do livro em três, revelou que tem material extra de O Retorno do Rei que pode ser usado.

A aventura conta a trajetória do personagem-título Bilbo Bolseiro, que enfrenta uma jornada épica para retomar o Reino de Erebor, terra dos anões que foi conquistada há muito tempo pelo dragão Smaug. Levado à empreitada pelo mago Gandalf, o Cinza, Bilbo encontra-se junto a um grupo de treze anões liderados pelo lendário guerreiro Thorin Escudo-de-Carvalho. Essa aventura irá leva-los a lugares selvagens, passando por terras traiçoeiras repletas de Goblins e Orcs, Wargs mortais e Aranhas Gigantes, Transmorfos e Magos. Embora o objetivo aponte para o Leste e ao árido da Montanha Solitária, eles devem escapar primeiro dos túneis dos goblins, onde Bilbo encontra a criatura que vai mudar sua vida para sempre... Gollum. A sós com Gollum, nas margens de um lago subterrâneo, o despretensioso Bilbo Bolseiro não só descobre sua profunda astúcia e coragem, que surpreende até mesmo a ele, mas também ganha a posse do "precioso" anel de Gollum, que possui qualidades inesperadas e úteis... Um simples anel de ouro que está ligado ao destino de toda a Terra-Média, de uma maneira que Bibo nem pode imaginar.


Assista o trailer legendado:

Sport empata com Náutico na Ilha e segue para a final

Pelo terceiro ano consecutivo, o Sport elimina o Náutico no Campeonato Pernambucano, no domingo (29). Jogando com vantagem, podendo até perder por um ponto de diferença, o Leão jogou retrancado, mas conseguindo segurar o arquirrival que ainda tentava renascer no campeonato pernambucano num empate sem gols. Como o time rubro-negro já tinha ganhado o primeiro jogo da semifinal, nos Aflitos, por 2x1, a passagem para a final ficou selada.

Mesmo com a difícil missão de vencer por dois gols de vantagem, o Náutico se mostrou motivado para correr atrás desse resultado e foi para o ataque, com o jogo aberto e muita insistência atrás dos dois gols da classificação. Em finalizações de Siloé e Derley, Magrão fez duas grandes defesas que salvaram o time rubro-negro. Ainda que o ataque alvirrubro estivesse determinado, a defesa do Sport fez uma bela partida, roubando as bolas para um contra-ataque rápido. A partida ficou equilibrada do início ao fim, mesmo que o Sport tivesse maior posse de bola. Até quando o jogador rubro-negro foi expulso ao receber o segundo cartão amarelo, o time adversário não conseguiu reverter a posse de bola a seu favor. No segundo tempo, Souza, jogador do Náutico, chegou a fazer um gol, mas o impedimento foi marcado, e o gol anulado.

Mas é apenas na segunda-feira que o Sport vai saber quem enfrentará na final do campeonato, quando o Santa Cruz receber o Salgueiro, no Arruda. No primeiro jogo da semifinal, o Salgueiro venceu o tricolor por 2x1, em casa.

Escalação:
Sport: Magrão; Tobi, Edcarlos e Bruno Aguiar (Rivaldo); Moacir, Hamilton, Marquinhos Paraná, Naldinho e Julinho (Marquinhos Gabriel); Marcelinho Paraíba e Jheimy (Jael). Técnico: Mazola Júnior.
Náutico: Gideão; João Ananias (Marquinho), César Marques, Ronaldo Alves e Jefferson; Auremir, Derley, Souza e Ramon (Dorielton); Rodrigo Tiuí (Léo Santos) e Siloé. Técnico: Alexandre Gallo.
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