Fahrenheit 9/11

Fahrenheit 9/11 é um documentário dirigido pelo cineasta estadunidense Michael Moore, que busca enfatizar as causas e conseqüências dos atentados terroristas no dia onze de setembro de dois mil e onze.

A característica mais marcante do documentário é o parcialismo, sendo criticado por pessoas que possuam visões diferentes às expostas nele. O diretor não hesitou em apontar todos os defeitos do, até então, presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, e ainda não fez questão de suavizar seu ponto de vista. Destacou ainda o amor que o cidadão estadunidense tem por sua pátria e a confiança cega em seu presidente, como destacou usando uma entrevista com a cantora pop Britney Spears, e mostrando famílias que dedicam suas vidas para servir seu país.

O filme Fahrenheit 9/11 trás imagens que foram ocultadas pela mídia e documentos manipulados. É como olhar para outra face do atentado às Torres Gêmeas, e outra face do presidente que, até antes de assistir o filme, eu apenas acreditava ser negligente com os interesses de seu país. Mas o que acabei descobrindo foi algo muito além disso, como a manipulação do das pessoas do próprio país para defender interesses na maioria das vezes pessoais. Ao passo que seus seguidores apenas fecharam os olhos e seguiram as ordens de seu presidente, como os soldados no Iraque, que não demonstravam a mínima piedade ao matar meros civis no país invadido. Em certo momento, Michael Moore chegou até a filmar crianças mortas para enfatizar seu ponto de vista.

Para assistir ao filme de Michael Moore é estritamente necessário que se tenha uma opinião formada para que não seja manipulado por seus ideais que, embora não sejam infundados, são mostrados de uma forma que o diretor encontrou para fazer aqueles que não tenham suas certezas encontrarem a verdade em si de forma forçada, ou seja, concordar contra sua vontade

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